Se quando a linda flor reluzente que perfuma e faz sorrir, põe tão presente e em inesperado momento a borboleta e a lagarta frente a frente.
De fato é verdade que elas já se haviam encontrado, mas nunca perante a brilho e beleza tão grande. Tal luz abriu os tão frágeis olhos dessas magníficas criaturas.
A borboleta, sensível, bela, porém modesta. Com suas asas já percorreu muitos e longos trajetos, por onde já havia sentido emoções diversas profundas e marcantes.
A lagarta com sua aparência agressiva, contudo momentânea, é vagarosa e pouco conseguiu em sua curta e recente vida.
Momentos diferentes de um mesmo ser unidos por uma simples flor.
Enquanto um se delicia por seu perfume e beleza, o outro se vangloria de sua força ao se alimentar da vitalidade daquela beleza.
Difícil entender por que a linda flor esforçou-se tanto em unir criaturas tão próximas e tão distantes.
Mas ao perceber o olhar de admiração da lagarta ao ver de fato, a borboleta em todos os seus detalhes, agora iluminados pela flor, entende-se a delicadeza do sentimento.
este que também toma conta da borboleta, que vê além dos espinhos e da aparência bruta da lagarta, sua leveza e sua sensibilidade.
O feio e o perfeito. O passado e o futuro. Frente a frente. Como?
Só uma coisa explica essa realidade: O amor. Este tal que dizem que ultrapassa barreiras e transporta montanhas. Este que com certeza sentiremos um dia por alguém.
Só temos que esperar a linda flor nos proporcionar o tal encontro mágico.
Vamos aguardar!!